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Principais dúvidas sobre o Pix

Published by Ralph Barcelos on 19/10/202019/10/2020

Principais dúvidas sobre o Pix

Muito tem se falado sobre o Pix, mas muitas também são as dúvidas das pessoas a respeito do novo serviço de pagamento criado pelo Banco Central. Por isso, acompanhe o conteúdo logo abaixo para entender como o Pix funciona e tire suas dúvidas sobre o assunto!

O que é o Pix?

Pix é o novo meio de pagamentos instantâneos do Banco Central que será oferecido por bancos e fintechs a partir de 16/11/2020. Com ele, você poderá pagar contas, compras e transferir dinheiro em qualquer horário e dia da semana, inclusive nos feriados.

Como fazer para começar a utilizar o Pix?

Para se utilizar do Pix a pessoa física ou jurídica precisa ter uma conta corrente, poupança ou de pagamento, ativa em uma instituição financeira, como um banco, fintech ou uma plataforma de pagamentos e efetuar o seu cadastro.

Como fazer o cadastro?

O processo de cadastramento teve início em 5 de outubro e as próprias instituições financeiras irão contatar os seus clientes para eles efetuarem o cadastro. O cadastro será feito na instituição na qual o cliente tem conta através dos seus canais de atendimento, como internet banking e o aplicativo, ou se o cliente o preferir, também pode efetuar o seu cadastro diretamente na instituição. 

O cliente precisará informar qual chave Pix vai querer utilizar para fazer seu cadastro. A chave Pix funciona como o código que será utilizado para identificar sua conta e estará vinculado às demais informações sobre o cliente. Esse código pode ser o número de RG, CPF, CNPJ, e-mail, telefone ou um código aleatório gerado pela instituição. Depois disso, a instituição financeira efetiva o cadastramento enviando a chave escolhida para o Banco Central, e com isso, o cliente estará apto a fazer uso do Pix.

É obrigatório efetuar o cadastro?

Para as pessoas físicas e jurídicas não financeiras o cadastro não é obrigatório, mas para as instituições financeiras com um número superior a 500 mil clientes é obrigatório. Porém, é recomendado pelo Banco Central que as empresas e as pessoas físicas não fiquem à margem de um serviço prático, ágil e seguro como o Pix.  

Na prática, como fazer uso do Pix?

Para transferência entre instituições financeiras, pagar contas e efetuar compras, existem três formas básicas:

Chave Pix, também chamada de chave de endereçamento Pix: depois de cadastrada, o usuário estará apto a fazer uso dos serviços oferecidos pelo Pix;

QR Code: após ser gerado ou capturado no seu aplicativo, será possível a utilização ampla do Pix;

Para aqueles ainda não familiarizados com essa tecnologia, o QR Code é um código de barras que em momento posterior ao ser escaneado pela câmera do celular é direcionado de forma automática à página usada para a operação, que nesse caso é a página do Pix.

CCP: (comunicação por campo de aproximação), essa é uma tecnologia que permite a troca de informações sem fio que estejam próximos um do outro. O uso do Pix pode ser feito através de tecnologias que permitam a troca de informações por aproximação.

O Pix terá custo?

Para as pessoas físicas não haverá custo, e no caso das pessoas jurídicas, as instituições financeiras estão autorizadas pelo Banco Central a cobrarem, porém, os valores ainda não foram divulgados, e espera-se que sejam bem menores do que os cobrados pelas soluções que existem hoje.   

Em quanto tempo a transação será efetuada?

Um ponto alto desse novo meio de pagamento é a velocidade, e o Banco Central impôs as instituições financeiras essa condição, e promete ser atuante na fiscalização. Portanto, a promessa é que em 99% dos casos as transações aconteçam em 10 segundos, mas é provável que haja momentos de maior congestionamento no sistema e esse tempo poderá ser estendido. Contudo, o sistema promete ser bem rápido.

É possível cancelar uma transferência?

Uma vez enviada, não é possível cancelar a transferência. No caso de um valor ter sido enviado incorreto, a alternativa é solicitar o estorno desse recurso ao destinatário.

Tem um limite por transação?

Não há um limite estabelecido pelo Banco Central, mas é facultado as instituições fixar um limite, desde que ele não se situe abaixo dos outros tipos de transferências praticados pelas instituições. Em termos práticos, se o DOC para um cliente estiver limitado a R$ 4.999,99, a limitação do Pix não pode ser inferior a esse valor.

O Pix pode ser agendado?

Sim. Existe a opção “Pix agendado”, que permite o agendamento para uma determinada data futura nos mesmos moldes de um agendamento de um boleto bancário, TED e Doc., podendo ainda, esse agendamento ser cancelado. Porém, a disponibilização desse recurso é facultativa as instituições financeiras, elas podem ou não disponibilizar essa opção.

É possível fazer um Pix para fora do Brasil?

Não é possível. Essa funcionalidade ainda não existe no Pix. Talvez, num tempo futuro ela possa existir.

É possível fazer uma transferência para uma corretora?

Não é possível. Por ora, esse serviço continuará sendo feito através de um TED, obedecendo suas regras atuais. O Pix está começando com uma versão básica.

O Pix é um sistema seguro?

Os processamentos do Pix serão feitos pelo do Banco Central, e contarão com os mesmos mecanismos de segurança do Sistema Financeiro Nacional, que também são os mesmos que ao longo dos anos vem garantindo a segurança das transações dos já conhecidos DOC e TED.

Além disso, os bancos e instituições financeiras investem anualmente bilhões de reais em sistemas de segurança da informação, o investimento em segurança para essas instituições figura como uma das grandes prioridades, pois sabem, que qualquer falha de segurança pode resultar em um profundo prejuízo. E como também serão responsáveis pela segurança do sistema, essa é mais uma proteção que o consumidor irá contar.

Como somos especialistas na área de Tecnologia da Informação, fornecendo há 25 anos soluções definitivas para o segmento de saúde, como ERPs para operadoras de saúde e administradores de benefícios em saúde, e ainda com a experiência de inúmeros projetos desenvolvidos a medida para tratar problemas recorrentes, estamos convencidos de que o Pix é tão seguro quanto as transações efetuadas por DOC e TED, porém, com uma grande diferença: é mais econômico e ágil, e com o passar do tempo, poderá dar fim ao TED, DOC e boletos bancários. Por tudo isso, acreditamos na segurança do Pix e recomendamos sua utilização. Ele é o começo de uma nova era nos meios de pagamento.

Categories: Mercado
Tags: Administradora de BenefíciosBoletos BancáriosMeios de PagamentoNegócioOperadoras de SaúdePagamentoPixTecnologiaTI

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