• Facebook
  • Linkedin
  • Twitter
  • Instagram
Cibernet Solutions
  • Home
  • Soluções
  • Empresa
  • Materiais Gratuitos
  • Fale Conosco
  • Blog
  • Área do Cliente

Foco no Problema!

Published by Caio Almeida on 13/04/202113/04/2021

Foco no Problema!

Quando pensamos em desenvolvimento de produtos ou até mesmo quando nos são trazidas necessidades de nossos clientes ou negócio é muito comum que nosso primeiro instinto seja de bate pronto focar na solução. Apesar disso nos remeter a sensação de velocidade e capacidade de resolução, a abordagem não é a melhor prática e pode não nos levar à melhor solução. 

Com a abordagem do Design Thinking o processo da busca da solução se inicia no entendimento real do problema. Isso é muito importante pois coloca as necessidades do cliente no centro da questão, tirando o foco do produto. 

Esse conceito é creditado a David Kelley e Tim Brown, fundadores da empresa de consultoria em inovação IDEO, que criaram o Design Thinking no início da década de 90. Eles passaram a resolver os problemas de seus clientes por meio de projetos que trabalhavam o olhar, a criatividade, a curiosidade e o aprendizado para gerar soluções.

Pilares

O Design Thinking se fundamenta em três pilares básicos: empatia, colaboração e experimentação. 

A empatia nos coloca no lugar do cliente, sinta suas dores e entenda seu contexto de forma plena, fazendo com que as soluções que sejam encontradas estejam realmente alinhadas à sua realidade.

A colaboração fomenta a diversidade. Por meio dela exercitamos o falar e o ouvir. Também valorizamos a soma dos olhares sobre o problema por mais de uma perspectiva, enriquecendo e aprofundando a discussão e o entendimento.

A experimentação nos permite testar hipóteses, errar e aprender com os erros, de forma rápida e colhendo impressões. Por ela achamos o caminho para o sucesso, otimizando recursos e mitigando os riscos. 

Etapas

Para que o processo do Design Thinking aconteça é preciso seguir sete etapas que vão desde o entendimento do problema até a fase de testes da solução e retorno à etapa de desenvolvimento implementando melhorias até chegar ao produto final. São elas:

Entendimento

É o momento onde toma-se o primeiro contato com o contexto onde os problemas ocorrem e se inicia o levantamento de informações sobre ele. Nesse momento as pessoas se desapegam de ideias pré-concebidas e se focam em fatos concretos. É também o momento de gerar empatia com o cliente.

Observação

Nessa etapa as pessoas que estão participando do processo utilizam técnicas para identificar os problemas que estão inseridos no contexto. Entender as dores do cliente e o quanto elas afetam o seu dia a dia. Nessa etapa também são identificados os perfis das pessoas que estão inseridas nesse contexto e que sofrem com esses problemas.

Ponto de Vista

Nesse momento as informações colhidas na fase anterior são compartilhadas com o time. É o momento em que a colaboração se torna mais intensa, promovendo olhares diferentes sobre os mesmos problemas e contexto, e em que se começa a definir os problemas que deverão ser sanados.

Ideação

Nesse momento, com os problemas devidamente identificados e priorizados, passamos a fase de cogitar as possíveis soluções para eles. Nesse momento é importante que todos se sintam à vontade para expor suas ideias, sem nenhum tipo de censura ou julgamento, para encorajar a criação.

Prototipagem

Nesse momento, depois de decidida a melhor solução ao problema, entramos no momento de dar vida à ela. Nesse momento são criadas versões de testes usando o modelo mais adequado ao tipo de solução identificada de modo que seja possível aplicá-la em testes com os potenciais clientes, com uma experiência mais próxima possível da realidade, com o foco de validar a ideia e a solução. É importante que nessa fase estejam bem mapeadas as respostas que se espera obter a partir desse protótipo.

Teste

Com o protótipo pronto, esse é o momento de realizar os testes com ele. Nessa etapa não se pode ter apego a ideias. Ao aplicar esses testes com os clientes muitas coisas que consideramos verdadeiras mostram-se erradas e não se deve ter apego a eles. Se for preciso, volta-se ao protótipo e define-se novos rumos ou pontos de melhoria. É um momento de aprendizado para identificar oportunidades não trabalhadas no projeto.

Iteração

Toda a informação colhida na etapa de testes agora deve ser processada. Nessa fase é identificado o que fica, o que sai e o que precisa ser implementado. Sempre que necessário pode-se (e deve-se!) voltar a alguma etapa, aproveitar o melhor entendimento, e ajustar o projeto. Nada deve ser engessado!

Conclusão

Quando mudamos o paradigma e começamos a observar o projeto sobre o contexto do problema as chances de sucesso são muito maiores. Desenvolver a empatia com quem irá usar a solução, sentindo sua dor, é muito importante para que o projeto seja focado no cliente.

Para isso o Design Thinking nos oferece uma gama de ferramentas que auxiliam em toda essa jornada de conhecimento e ideação.

Categories: MercadoOpinião
Tags: ColaboraçãoDesign ThinkingEmpatiaExperimentaçãoProblemaSolução

ARQUIVO
  • outubro 2023 (2)
  • agosto 2023 (2)
  • julho 2023 (2)
  • junho 2023 (2)
  • maio 2023 (1)
  • abril 2023 (1)
  • março 2023 (3)
  • fevereiro 2023 (3)
  • janeiro 2023 (1)
  • dezembro 2022 (2)
  • novembro 2022 (3)
  • outubro 2022 (2)
  • setembro 2022 (2)
  • agosto 2022 (2)
  • julho 2022 (2)
  • junho 2022 (1)
  • maio 2022 (1)
  • abril 2022 (1)
  • março 2022 (1)
  • setembro 2021 (1)
  • abril 2021 (2)
  • março 2021 (4)
  • fevereiro 2021 (4)
  • janeiro 2021 (4)
  • dezembro 2020 (3)
  • novembro 2020 (5)
  • outubro 2020 (4)
  • setembro 2020 (4)
  • agosto 2020 (5)
  • julho 2020 (5)
  • junho 2020 (5)
  • maio 2020 (5)
  • abril 2020 (2)
  • março 2020 (1)
  • fevereiro 2020 (4)
  • janeiro 2020 (5)
  • dezembro 2019 (4)
  • novembro 2019 (4)
  • outubro 2019 (5)
  • setembro 2019 (4)
  • agosto 2019 (5)
  • julho 2019 (5)
  • junho 2019 (3)
ASSUNTOS
Administradora de Benefícios Agência Nacional de Saúde ANS Análise de Dados BI Cibernet Solutions Consultoria Corona Vírus COVID-19 Crise Cultura Digital Custo Assistencial Dados Dashboard economia Empresas Envelhecimento Populacional ERP Gestão Gestão de Custos Gestão de Processos Gestão de Projetos Gestão de Riscos Gestão Empresarial Governo Indicadores Informatização de Processos Informática KPI Management 3.0 Medicina Preventiva Medsys Operadoras de Saúde Pandemia Plano de Saúde Processos Qualidade de Vida Saúde Saúde Suplementar Sistema Sistema de Gestão Software Tecnologia TI Transformação Digital

Related Posts

Opinião

Como aprimorar a gestão de sua operadora de saúde

Aprimorar a gestão de uma operadora de saúde requer abordar diversos aspectos, e estas dicas gerais visam aprimorar a eficiência e qualidade dos serviços.

Opinião

Porque contar com um squad de desenvolvimento em TI

Contar com um squad de desenvolvimento em TI oferece vantagens cruciais para o setor de Tecnologia da Informação (TI). Entre elas, destacam-se a especialização técnica dos membros, a capacidade de resposta rápida a problemas, o desenvolvimento contínuo de software, a segurança cibernética, a implementação de novas tecnologias, a integração de sistemas, a análise de dados, a gestão de projetos de TI, a manutenção preventiva, a economia de custos, a conformidade regulatória e a promoção da inovação tecnológica.

Opinião

Administrar o perfil epidemiológico de sua carteira de beneficiários, aumenta significativamente a qualidade dos serviços prestados e reduz os custos assistenciais!

Administrar o perfil epidemiológico pode ter um impacto significativo na qualidade dos serviços de saúde e na redução de custos. Aqui estão algumas maneiras pelas quais isso pode acontecer.


  • Facebook
  • Linkedin
  • Twitter
  • Instagram
Desenvolvido por Cibernet Solutions

Agende uma reunião

Converse com nossos especialistas e descubra como nossas soluções podem ajudar a alavancar seus negócios!

AGENDAR AGORA!
X
  • Facebook
  • X
  • LinkedIn
  • WhatsApp
  • Email
  • Telegram